Angola: a encoberta mão sangrenta do Comité de Acção do Partido reinante!

Por Prof.N’gola Kiluange Washington D.C – Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operatórios” do Comité de Acção do Partido no poder,o MPLA. Inicialmente criado no tempo …

Source: Angola: a encoberta mão sangrenta do Comité de Acção do Partido reinante!

Angola: a encoberta mão sangrenta do Comité de Acção do Partido reinante!

Por Prof.N’gola Kiluange Washington D.C – Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operatórios” do Comité de Acção do Partido no poder,o MPLA. Inicialmente criado no tempo …

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Angola: a encoberta mão sangrenta do Comité de Acção do Partido reinante!

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Por Prof.N’gola Kiluange

Washington D.C – Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operatórios” do Comité de Acção do Partido no poder,o MPLA.
Inicialmente criado no tempo de guerrilha para a mobilização e a conscienlização dos Angolanos na luta contra a colonização portuguesa – sob a égide do Movimento Popular para a Libertação de Angola, hoje esse comité tornou-se na maior máquina repressiva do nosso aparelho de Estado!
O domínio “questionável” sobre os princípios da maneira de pensar em geral, dos direitos e deveres do cidadão comum, proporciona-lhe oportunidades inigualáveis e incríveis de poder moldar arbitariamente quem quer que esteja sob sua custódia!
As simulações de crimes de homicídios virtuais, ódios, passionais, vingativos, etc., cometidos entre familiares ( parentesco por consanguinidade ou afinidade), através do envenenamento de alimentos, medicamentos, líquidos (álcool, em particular), são métodos frequentemente usados por esse comité para humiliar e aterrorizar o pensar diferente dentro da nossa própria sociedade.
Há também circuntâncias em que as víctimas são submetidas a um processo de doutrinação político-ideológica com ênfase no compromisso de obediência total ao partido reinante e o seu líder máximo.
Os que ,por convicções fortes, recusam a submeter-se à essa chantagem emocional – são remetidos a morte no silêncio…
Os rotulados de «personas non gratas» pelo regime de Eduardo dos Santos são – no geral! – “imolados” de violências físicas cruéis e selváticas…
Mas, o maior perigo aqui é o recurso frequente ao esquadrão da morte ou grupo de choque que o CAP tem feito uso em todo nosso território nacional para silenciar e amaldiçoar a voz contrária ao regime no poder… E muita das suas víctimas contam-se actualmente em centenas de milhares desde Setembro de 1979.
Em Angola nada se faz por mera coincidência!, …e muitas das vezes até nos esquecemos que somos governados por uma criatura formada numa Academia Militar do Comitê de Segurança do Estado (KGB) da antiga União Soviética…
O Presidente da República para fazer vincar a sua autoridade, logo após a morte súbita de António Agostinho Neto, viu-se forçasomante obrigado a livrar-se de muitos dirigentes dentro do MPLA, Governo angolano ou membros da sociedade civil… E fê-lo, sobretudo, com o auxílio da mão sanguínea do “Comité de Acção do seu próprio partido”!
Grande parte dos seus “acólitos” proveniente desse grupo passaram mais tarde a ser chamados de “meninos do Futungo de Belas” … os tais ditos “indivíduos” que na flor da juventude cometeram delitos das mais variadas índoles durante o 27 de Maio de 1977… e de daí por diante…
Eram, por assim dizer, naives ou lumpens com autopercepções e aspirações muito além das suas próprias bagagens intelectuais e “background acadêmicos” – selecionados minuciosamente pela Presidência da República para mandar abater e abafar a idéa contrária ao sistema político instalado dentro da nossa socieda, entregar os recados oficiais ou privados do presidente, tráficar diamantes, e lavagem de dinheiro, etc., em nome de José Eduardo dos Santos.
As suas respectivas ingenuidades eram tantas… a tal ponto de terem causado sérios danos morais e físicos à membros das suas próprias famílias, amigos directos, colegas de serviço, vizinhos, ou todos e quaisquer suspeitos…
Hoje, alguns desses algozes ocupam cargos de relevo na nossa Assembleia Nacional, estruturas estatais, partidária ou chefiam as nossas embaixadas e representações comercias nas maiores capitais ocidentais europeias, americanas, latinoaméricas.E outros ainda exercem funções dentro do nosso Ministério das Relações Exteriores…
Como essas malditas criaturas existem centenas e centenas com as mãos bem cheias de sangue,bem protegidas pelo aparelho de Estado angolano.
O CAP, por exemplo, continua a ter representatividade nas nossas maiores missões diplomáticas no estrangeiro, essencialmente, em países com grande afluência da comunidade angolana…
Nos Estados Unidos esse comité conduz campanha de desprestígio contra os oponentes angolanos ao regime de Dos Santos aí residentes, feita por elementos associados à nossa embaixada em Washington D.C – e isso tem tido uma dimensão muito mais complexa, envolvendo identificação e isolamento do alvo,através de ataques pessoais sem fundamento e do assassínio de carácter quer a nível social ou professional do visado!
E, para a execução desse serviço utilizam-se mais angolanos funcionários do sector público ou privado americano…comprometidos moralmente com o regime de Eduardo dos Santos.
Como membro do Comité Central do MPLA, e antiga representante de Angola (Directora Executiva) no Banco Mundial em Washington D.C, Ana Afonso Dias Lourenço ocupava simultaneamente o cargo de coordenadora do Comité de Acção do partido dos “camaradas nos Estados Unidos de América.
Em Portugal,segundo oficias da nossa contra-inteligência, o embaixador angolano José Marcos Barrica chefia e supervisiona todas as acções do CAP, a partir do qual se originam ameaças ou orquestradas tentativas contra as vidas de altas personalidades políticas, artistícas, académicas, civícas, religiosas angolanas,etc., que aí vivem..
No entanto, o mais repugnante é essa incrível passividade deliberada e injustiça passiva que os membros do MPLA têm permitido ao José Eduardo dos Santos continuar com as táticas coercivas adoptadas durante o período da luta contra o colonialismo Português …e tudo isso em troca de enriquecimento ilícito? – assassinatos premeditados,raptos, estupros sexuais,corrupção política, açambarcamento vergonhoso do erário público,graves abusos e violações dos direitos humanos,liberdade de imprensa,Constituição nacional,etc.
Usando dados da “adsoftheworld.com”, a “bigthink.com” indica que existem 12.500 pacientes para cada médico em Angola. Enquanto que a Organização Mundial da Saúde, no seu relatório de 2004, revela que só há 0.083% quadros superiores de medicina para uma densidade populacional composta de 1000 angolanos.
Contudo,Funcionários seniores da nossa secreta acreditam tamém que as operações gerais da CAP custam certa de 11% da fatia do nosso Orçamento Geral do Estado.
O Finacial Times divulgou em 3 de Outubro de 2016 que a Fundação Mo Ibrahim havia acusado os países africanos exportadores de petróleo (incluindo Angola, claro está!) de “desperdiçaram uma década de oportunidades económicas”, mostrando assim “quão pouco progresso fizeram em suas fortunas fora do desmame do petróleo”.
Essa instituição recorda ainda que num período de dez anos esses países só investiram 2,9% dos lucros obtidos na comercialização do “ouro negro” para a diversificação das suas respectivas economias!
Entretanto, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, afirmou recentemente que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação de petróleo alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes do petróleo somaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos só totalizaram 93,5 bilhões de dólares…
O que significa a dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização petrolífera, investindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública.
Assim, os nossos diamantes de sangue e o petróleo amaldiçoado de Cabinda, principalmente, servem de fontes de financiamento às actividades coercitivas do regime de José Eduardo dos Santos contra cidadãos pacatos e indefesos…
É má fé ,falta de ética e inaceitável que hoje o número de médicos per capita seja 50 vezes inferior à quantidade de operativos ao serviço do Comité de Acção do Partido (MPLA)…
Isso em si espelha não só o nível de desgovernação e disfuncionalismo público nacional, mas também demonstra as proporçõ es seriamente alarmante que o índice da cultura de impunidade e onda de violência alcançaram na nossa sociedade.
É arriscado condicionarmos a democratização de Angola na esperança de que essa iniciativa saia no seio do próprio MPLA…
Seria de igual modo um suicídio fatal acreditarmos que criminosos de colarinho branco… venham salvar-nos das maldições por si criadas, principalmente, quando estão em melhores condições de ditarem o nosso destino económico,político e militar…
A melhor forma de pararmos o derrame de sangue silencioso entre nós seria pedirmos conta ao “indivíduo que nos governa”, exigindo-lhe que se sente connosco sem pré-condições algumas!… e, aí então …poríamos todas as cartas na mesa, e …veríamos quem afinal de contas detem o poder entre nós!
Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)
Washington D.C
Prof.Kiluangenyc@yahoo.com
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* Freestyle translation 🙂
Angola: the covert bloody hand of the Action Committee of the ruling Party
By Prof.N’gola Kiluange
Washington D.C – There has been so little said or written on secrets wrapped in “procedures” of the Action Committee of the ruling party, the MPLA.
Initially created in the time of guerrillas to the mobilization and the consciousness of Angolans in the fight against the Portuguese colonization – under the aegis of the Popular Movement for the liberation of Angola, today this Committee became the most repressive machine of our State apparatus.
Unlike the Military Counterintelligence (GOISM) or the State Intelligence and Security Services (SINSE), the Committee of the Action Party (CAP) is rooted in all spheres of our social life – to coercive and permissibly follow the orders issued by the Civil House of the Presidency of the Republic, mainly.
The “questionable” controle on the principles of the way of thinking in particular, of the rights and duties of ordinary citizens, provides it with unparalleled and incredible opportunities to arbitraryly shape whoever  is in its  custody.
The simulations, virtual homicide crimes of passion, hatred, revenge, etc., committed between family (kinship by consanguinity or affinity), through food poisoning, medicines, liquids (alcohol, in particular), are often used by this Committee for humiliating and terrorizing the different thinking within our own society.
There are also circumstances in which victims are subjected to a process of political and ideological indoctrination with emphasis on commitment to total obedience to the ruling party and its maximum leader.
Those who, by strong convictions, refuse to submit to this emotional blackmail – are sent to death in silence.
The labelled ‘ personas non grata» by Eduardo dos Santos are – in General! -“victimized” by physical cruelty and prophylaxis violence.
But the biggest danger here is the frequent recourse to the death squad or group of shock that the CAP has made use throughout our national territory to silence and curse the voice against the regime in power. And many of its victims are now in hundreds of thousands since September 1979.
In Angola nothing is done by mere coincidence! … and many times we even forget that we are governed by a creature trained in a Military Academy of the State Security Committee (KGB) of the former Soviet Union …
The President of the Republic, to assert his authorit, shortly after the sudden death of António Agostinho Neto, was forced to free himself from many leaders within the MPLA, the Angolan Government or members of civil society … And he did so, especially with the help of the bloody hand of the “Action Committee of his own party”!
Most of his “acolytes” from this group later became known as “Futungo de Belas boys” … the so-called “individuals” who in the flower of their youth committed crimes of the most varied kinds during May 27, 1977 … And from then on …
They were, so to speak, naive or lumpens with self-perceptions and aspirations far beyond their own intellectual baggage and “academic background” -exquisitly selected by the Presidency of the Republic to have  crush and stifle the idea contrary to the political system installed within our society, the president’s official or private messages, trafficking in diamonds, and money laundering, etc., in the name of José Eduardo dos Santos.
Their naivete  were so many … to the point of having caused serious physical and moral damage to the members of their own families,  closefriends, co-workers, neighbors, or any and all suspects.
Today, some of these tormentors occupy positions of prominence in our National Assembly, State structures, partisan or lead our embassies and commercial representations in major Western European ,American or Latin Ameriaca capitals. And still others exercising functions within our Ministry of Foreign Affairs.
Like these damned creatures there are hundreds and hundreds with hands well full of blood well protected by the Angolan state apparatus. …
The CAP, for example, continues to have representation in our major diplomatic missions abroad, mainly in countries with great affluence of the Angolan community …
In the United States, this committee conducts a campaign of discredit against the Angolan opponents of the Dos Santos regime there, made by elements associated with our embassy in Washington DC – and this has had a much more complex dimension involving identification and isolation of the target through  unsubstantiated personal attacks and character assassination either at the social or professional level of the victim.
And for the execution of this service,  Angolans employed by the public or private sector in the United States are preferable  … mainly those committed morally to the regime of Eduardo dos Santos.
As a member of the MPLA Central Committee, and former representative of Angola (Executive Director) at the World Bank in Washington D.C, Ana Afonso Dias Lourenço was simultaneously the coordinator of the Action Committee of the “comrades’ party” in the United States of America.
In Portugal, according to officials of our counterintelligence, Angolan ambassador José Marcos Barrica heads and oversees all actions of the CAP, from which threats or orchestrated attempts originate against the lives of high political, artistic, academic, civic, religious, angolan personalities ,etc., who live there ..
However, the most repugnant is this incredible passivity and deliberate injustice that MPLA members have allowed José Eduardo dos Santos to continue with the coercive tactics adopted during the period of the struggle against Portuguese colonialism … and all this in exchange for illicit enrichment ? – premeditated murders, kidnapping, sexual rape, political corruption, shameful hoarding of the public purse, grave human rights abuses and violations, freedom of the press, national constitution, etc.
Using data from “adsoftheworld.com”, “bigthink.com” indicates that there are 12,500 patients for each doctor in Angola. While the World Health Organization in its 2004 report reveals that there are only 0.083% senior medical staff for a population density of 1,000 Angolans.
However, senior officials of our secret office also believe that CAP’s general operations cost 11 percent of our state budget.
The Finacial Times released on 3 October 2016 that the Mo Ibrahim Foundation had accused the oil-exporting countries in Africa (including Angola, of course!) of “wasted a decade of economic opportunities”, showing “how little progress they made in their fortunes out of the weaning of the oil”.
This institution also recalls that within ten years they just invested 2.9% of profits made in the marketing of “black gold” for the diversification of their respective economies.
However, the Economist Alves da Rocha, Director of the Center for studies and scientific research at the Catholic University of Angola, said recently that between 2002 and 2014 our oil export revenue reached $461,800,000,000 and tax funds from oil totaled about $285 billion, while public investments totalled 93.5 billion dollars.
However, senior officials of our secret office also believe that CAP’s general operations cost 11 percent of our state budget…
Thus, our blood diamonds and the cursed oil of Cabinda mainly serve as sources of financing for the coercive activities of the regime of José Eduardo dos Santos against peaceful and defenseless citizens …
It is bad faith, unethical and unacceptable that today the number of doctors per capita is 50 times lower than the number of operatives in the service of the Party Action Committee (MPLA) …
This mirrors not only the level of national public disorganization and dysfunctionalism but also demonstrates the seriously alarming proportions that the culture’s index of impunity and wave of violence has reached in our society.
It is risky to condition the democratization of Angola in the hope that this initiative will come out of the MPLA itself …
It would also be a fatal suicide to believe that white-collar criminals … will save us from the curses they created, especially when they are better able to dictate our economic, political, and military destiny …
The best way to stop the silent bloodshed between us would be to ask the “individual who governs us”, demanding that he sits with us without any preconditions! … and then … we would put all the cards on the table, and … we would see who after all has the power between us!
Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)
Washington D.C
Prof.Kiluangenyc@yahoo.com
Dados bibliográficos:
1.) http://bigthink.com/strange-maps/185-the-patients-per-doctor-map-of-the-world
Número de médicos disponíveis para “X” percentagem de pacientes.
2.) http://apps.who.int/gho/data/node.main.A1444
Organização Mundial de Saude– relatório de 2004
3.)African oil exporters wasted economic opportunity, study claims
https://www.ft.com/content/e3e3dc00-893f-11e6-8aa5-f79f5696c731

Angola: a encoberta mão sangrenta do Comité de Acção do Partido reinante!

Angola: a encoberta mão sangrenta do Comité de Acção do Partido  reinante! Por Prof.N’gola Kiluange Washington D.C –  Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operató…

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Por Prof.N’gola Kiluange
Washington D.C –  Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operatórios” do Comité de Acção do Partido no poder,o  MPLA.
Inicialmente criado no tempo de guerrilha para a mobilização e a conscienlização dos Angolanos na luta contra a colonização portuguesa –  sob a égide do Movimento Popular para a Libertação de Angola, hoje esse comité tornou-se na maior  máquina repressiva do nosso aparelho de Estado!
Ao contrário da Contra Inteligência Militar (GOISM) ou dos Serviços de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE) , o Comité de Acção do Partido  (CAP) está enraizado em todas as esferas da nossa vida social –  para coerciva ou permissivamente  aplicar as ordens emanadas pela Casa Civil da Presidência da República, principalmente!
O domínio “questionável” sobre os princípios da maneira de pensar em geral, dos direitos e deveres do cidadão comum, proporciona-lhe oportunidades inigualáveis e incríveis de poder moldar arbitariamente quem quer que esteja sob sua custódia!
As simulações de crimes de homicídios virtuais,  ódios, passionais, vingativos, etc., cometidos  entre familiares ( parentesco por consanguinidade ou afinidade), através do envenenamento de  alimentos, medicamentos, líquidos (álcool, em particular), são métodos frequentemente usados por esse comité para  humiliar e aterrorizar o pensar diferente dentro da nossa própria sociedade.
Há também circuntâncias em que as víctimas são submetidas a um processo de doutrinação político-ideológica  com ênfase no compromisso de obediência total ao partido reinante e o seu líder máximo.
Os que ,por convicções fortes,  recusam a submeter-se à essa chantagem emocional – são remetidos a morte no silêncio…
Os rotulados de «personas non gratas» pelo regime de Eduardo dos Santos são – no geral! –  “imolados” de violências físicas cruéis e selváticas…
Mas, o maior perigo aqui é o recurso frequente  ao esquadrão da morte  ou grupo de choque que o CAP tem feito uso em todo nosso território nacional para silenciar e amaldiçoar a voz contrária ao regime no poder… E muita das suas víctimas contam-se actualmente em centenas de milhares desde Setembro de 1979.
Em Angola nada se faz por mera coincidência!, …e muitas das vezes até nos esquecemos que somos governados por uma criatura formada numa  Academia  Militar do Comitê de Segurança do Estado (KGB) da antiga União Soviética…
O Presidente da República para fazer vincar a sua autoridade, logo após a morte súbita de António Agostinho Neto, viu-se forçasomante obrigado a livrar-se de muitos dirigentes dentro do MPLA, Governo angolano ou membros da sociedade civil… E fê-lo, sobretudo, com o auxílio da mão sanguínea do “Comité de Acção do  seu próprio partido”!
Grande parte dos seus “acólitos” proveniente desse grupo passaram mais tarde a ser chamados  de “meninos do Futungo de Belas” … os tais ditos “indivíduos” que na flor da juventude cometeram  delitos das mais variadas índoles durante o 27 de Maio de 1977… e de daí por diante…
Eram, por assim dizer, naives ou  lumpens com autopercepções e aspirações muito além das suas próprias bagagens intelectuais e “background acadêmicos” – selecionados minuciosamente pela Presidência da República para mandar abater e abafar a idéa  contrária ao sistema político instalado dentro da nossa socieda, entregar os recados oficiais ou privados do presidente, tráficar diamantes, e lavagem de dinheiro, etc., em nome de José Eduardo dos Santos.
As suas respectivas ingenuidades eram tantas… a tal ponto de terem  causado sérios danos morais e físicos à membros  das suas próprias famílias, amigos directos, colegas de serviço, vizinhos, ou todos e quaisquer suspeitos…
Hoje, alguns desses algozes ocupam cargos de relevo na nossa Assembleia Nacional, estruturas estatais, partidária ou chefiam as nossas embaixadas e representações comercias nas maiores capitais ocidentais europeias, americanas, latinoaméricas.E outros ainda exercem funções dentro do nosso Ministério das Relações Exteriores…
Como essas malditas criaturas existem centenas e centenas com as mãos bem cheias de sangue,bem protegidas pelo aparelho de Estado angolano.
O CAP, por exemplo, continua a ter representatividade nas nossas maiores missões diplomáticas no estrangeiro, essencialmente, em  países com grande afluência da comunidade angolana…
Nos Estados Unidos esse comité conduz  campanha de desprestígio contra os oponentes angolanos ao regime de Dos Santos  aí residentes, feita por elementos associados à nossa embaixada em Washington D.C – e isso tem tido uma dimensão muito mais complexa, envolvendo identificação e isolamento do alvo,através de ataques pessoais sem fundamento e do assassínio de carácter quer a nível social ou professional do visado!
E, para a execução desse serviço utilizam-se mais angolanos funcionários do sector público ou privado americano…comprometidos moralmente com o regime de Eduardo dos Santos.
Como membro do Comité Central do MPLA, e antiga representante de Angola (Directora Executiva) no Banco Mundial em Washington D.C, Ana Afonso Dias Lourenço ocupava simultaneamente o cargo de coordenadora do Comité de Acção do partido dos “camaradas nos Estados Unidos de América.
Em Portugal,segundo  oficias da nossa contra-inteligência, o embaixador angolano José Marcos Barrica chefia e supervisiona todas as acções do CAP, a partir do qual se originam  ameaças ou orquestradas tentativas contra as vidas de altas personalidades políticas, artistícas, académicas, civícas, religiosas angolanas,etc., que aí vivem..
No entanto, o mais repugnante é essa incrível  passividade deliberada e injustiça passiva que os membros do MPLA têm permitido  ao José Eduardo dos Santos  continuar com as táticas coercivas adoptadas durante o período da luta contra o colonialismo Português …e tudo isso em troca de enriquecimento ilícito? – assassinatos premeditados,raptos, estupros sexuais,corrupção política, açambarcamento  vergonhoso do erário público,graves abusos e violações dos direitos humanos,liberdade de imprensa,Constituição nacional,etc.
Usando dados da “adsoftheworld.com”,  a “bigthink.com” indica que existem 12.500 pacientes para cada médico em Angola. Enquanto que a Organização  Mundial da Saúde, no seu relatório de 2004, revela que só há 0.083%  quadros superiores de medicina  para uma densidade populacional composta de 1000 angolanos.
Contudo,Funcionários seniores da nossa secreta acreditam tamém que as operações gerais da CAP custam certa de 11% da fatia do nosso Orçamento Geral do Estado.
O Finacial Times divulgou em 3 de Outubro de 2016 que a Fundação Mo Ibrahim havia acusado os países africanos exportadores de petróleo (incluindo Angola, claro está!) de “desperdiçaram uma década de oportunidades económicas”, mostrando assim “quão pouco progresso fizeram em suas fortunas fora do desmame do petróleo”.
Essa instituição recorda ainda que num período de dez anos esses países só investiram 2,9% dos lucros obtidos na comercialização do “ouro negro” para a diversificação das suas respectivas economias!
Entretanto, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, afirmou recentemente que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação de petróleo alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes do petróleo somaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos só totalizaram 93,5 bilhões de dólares…
O que significa a dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização petrolífera, investindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública.
Assim, os nossos diamantes de sangue e o petróleo amaldiçoado de Cabinda, principalmente, servem de fontes de financiamento às actividades coercitivas do regime de José Eduardo dos Santos contra cidadãos pacatos e indefesos…
É má fé ,falta de ética e inaceitável que hoje  o número de médicos per capita seja 50 vezes inferior à quantidade de operativos ao serviço do Comité de Acção do Partido (MPLA)…
Isso em si espelha não só o nível de desgovernação e disfuncionalismo público nacional, mas também demonstra as proporçõ es seriamente alarmante que o índice da cultura de impunidade e onda de violência alcançaram na nossa sociedade.
É arriscado condicionarmos a democratização de Angola na esperança de que essa iniciativa saia no seio do próprio MPLA…
Seria de igual modo um suicídio fatal acreditarmos que criminosos de colarinho branco… venham salvar-nos das maldições por si criadas, principalmente, quando estão em melhores condições de ditarem o nosso destino económico,político e militar…
A melhor forma de pararmos o derrame de sangue silencioso entre nós seria pedirmos conta ao “indivíduo que nos governa”, exigindo-lhe que se sente connosco sem pré-condições algumas!… e, aí então …poríamos todas as cartas na mesa, e …veríamos quem afinal de contas detem o poder entre nós!
Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)
Washington D.C
Prof.Kiluangenyc@yahoo.com
Dados bibliográficos:
1.) http://bigthink.com/strange-maps/185-the-patients-per-doctor-map-of-the-world
Número de médicos disponíveis para “X” percentagem de pacientes.
2.) http://apps.who.int/gho/data/node.main.A1444
Organização Mundial de Saude– relatório de 2004
3.)African oil exporters wasted economic opportunity, study claims
https://www.ft.com/content/e3e3dc00-893f-11e6-8aa5-f79f5696c731

Angola: Como a máfia russa-chinesa controla o mercado nominal angolono!

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